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BRPI0910809B1 - "aplicador de tampão" - Google Patents

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BRPI0910809B1
BRPI0910809B1 BRPI0910809A BRPI0910809A BRPI0910809B1 BR PI0910809 B1 BRPI0910809 B1 BR PI0910809B1 BR PI0910809 A BRPI0910809 A BR PI0910809A BR PI0910809 A BRPI0910809 A BR PI0910809A BR PI0910809 B1 BRPI0910809 B1 BR PI0910809B1
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BR
Brazil
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cylinder
region
applicator
fact
petals
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BRPI0910809A
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English (en)
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Barlas Anastasia
Hue Chi Pham Cao
Pavlik Dusan
Kang Eunjung
Aschenbrenner Franz
M Mastalish Gary
Tsareva Irina
Ann Weggel Lynn
Eng Choo Goh Priscilla
William Van Den Bogart Thomas
Sze Ong Yein
Original Assignee
Kimberly Clark Co
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Publication date
Application filed by Kimberly Clark Co filed Critical Kimberly Clark Co
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Publication of BRPI0910809B1 publication Critical patent/BRPI0910809B1/pt
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Abstract

aplicador de tampão a presente invenção trata de um aplicador de tampão que apresenta um cilindro alongado e tem uma câmara interna para alojar um tampão na mesma, uma região de segurar genericamente adjacente a uma extremidade externa do cilindro, uma região de ponta genericamente adjacente a uma extremidade interna do cilindro, e uma região central se estendendo longitudinalmente entre a região de segurar e a região de ponta. um êmbolo se estende para dentro do cilindro na extremidade externa do mesmo e é móvel em relação ao cilindro para expelir o tampão a partir do cilindro em sua extremidade interna. a superfície externa do cilindro na região de segurar apresenta um coeficiente de fricção diferente do que na região central do cilindro. em outras modalidades o coeficiente de fricção da superfície externa de cilindro na região central é diferente do coeficiente de fricção na região de ponta .

Description

'APLICADOR DE TAMPÃO
HISTÓRICO
A presente invenção refere-se genericamente a aplicadores de tampão.
Tampões vaginais são artigos absorventes descartáveis dimensionados e moldados (por exemplo, cilíndricos) para inserção no canal vaginal de uma mulher para absorção de fluidos corpóreos genericamente descarregados durante o período menstruai da mulher. A inserção do tampão no canal vaginal é 10 comumente obtida utilizando um aplicador de tampão que vem inicialmente montado com o tampão. O aplicador, que é frequentemente feito de plástico ou papelão, é descartável. Desse modo, após o aplicador ter sido utilizado para inserir o tampão no canal vaginal da usuária o aplicador é descartado.
Aplicadores ^ de_ tampão -são -tipicamente - de ‘ uma construção em duas peças, incluindo um cilindro no qual o tampão é inicialmente alojado e um êmbolo móvel telescopicamente em relação ao cilindro para empurrar o tampão^ para_ fpra,. do»cilindro- e para dentro do canal -vaginal. O cilindro apresenta uma ponta que retém 20 genericamente o tampão no cilindro até ser empurrado através da ponta pelo êmbolo. Em uso normal, o aplicador e mais particularmente o cilindro do aplicador é retido pela usuária ao segurar uma porção do cilindro (por exemplo, em direção à extremidade de êmbolo ou traseira do cilindro) e inserir o cilindro, a extremidade de ponta primeiro, no canal vaginal. O cilindro é empurrado parcialmente para dentro do canal de modo que uma porção (por exemplo, em direção à extremidade avançada ou de saída do cilindro de tampão) é disposta no interior do canal vaginal e está em contato com as paredes que revestem o canal. O 30 êmbolo é então utilizado para empurrar o tampão para fora através da ponta do cilindro e para dentro do canal. O êmbolo e cilindro são então removidos do canal vaginal, deixando o tampão no lugar.
Em tal uso, o cilindro (e êmbolo) do aplicador entra em contato com partes diferentes do corpo e/ou regiões da 35 pele da usuária, como a ponta e parte do cilindro contatando as paredes que revestem o canal vaginal, enquanto o(s) dedo(s) da
2/16 usuária contata o cilindro (e êmbolo) para segurar e reter o cilindro e operar o êmbolo. A capacidade da usuária em segurar com firmeza o aplicador enquanto permite que o aplicador deslize confortavelmente para dentro e para fora do canal vaginal é então um fator importante na aceitação do aplicador.
Há, portanto, uma demanda de um aplicador de tampão que forneça sensação macia, conforto aumentado e manipulação firme para a usuária.
RESUMO
Em um aspecto, um aplicador de tampão compreende genericamente um cilindro alongado tendo uma câmara interna para alojar um tampão na mesma, uma extremidade externa e uma extremidade interna espaçada longitudinalmente a partir da extremidade externa. Um êmbolo se estende para dentro do cilindro na extremidade externa do mesmo e é móvel em relação ao _cilindro · _ para - expel ir· o t*ãmpão a partir do cilindro na extremidade interna do cilindro. O cilindro tem pelo menos duas pétalas cada uma tendo uma base e se estendendo longitudinalmente do cilindro até_ uma ponta ^da. péteaia - onde as “pontas da pétala- definem ã extremidade interna longitudinal do cilindro. As pétalas, são .configuráveis em .1 - - - -relação-““ mútua e em relação ao cilindro a partir de uma configuração fechada na qual as pétalas genericamente fecham a extremidade interna do cilindro e uma posição aberta na qual as pétalas são movidas genericamente transversalmente para fora para formar uma abertura de saída na extremidade interna do cilindro mediante movimento do êmbolo para expelir o tampão a partir do cilindro em sua extremidade interna. Cada pétala tem um comprimento a partir de sua base até sua ponta, e o cilindro tem uma dimensão em seção transversal nas bases das pétalas. Uma razão do comprimento da pétala para a dimensão em seção transversal do cilindro nas bases das pétalas está compreendida na faixa de cerca de 1,0 a cerca de 2,0.
Em outro aspecto, um aplicador de tampão compreende genericamente um cilindro alongado tendo uma câmara • 35 interna para alojar um tampão na mesma, uma extremidade externa e uma extremidade interna espaçada longitudinalmente a partir da extremidade externa. Um êmbolo estende para dentro do cilindro na
3/16 extremidade externa do mesmo e é móvel em relação ao cilindro para expelir o tampão a partir do cilindro na extremidade interna do cilindro. O cilindro tem um canal de guia que se estende longitudinalmente no mesmo adjacente à extremidade externa do 5 cilindro. O êmbolo se estende através do canal de guia para dentro da câmara interna do cilindro. O canal de guia tem uma dimensão em seção transversal dimensionada para uma relação de encaixe justo do êmbolo no canal de guia. O canal de guia tem adicionalmente um comprimento, com uma razão do comprimento do canal de guia para a 10 dimensão em seção transversal do esmo estando na faixa de cerca de 1,0 a cerca de 2,0.
Em ainda outro aspecto, um aplicador de tampão genericamente compreende um cilindro alongado tendo uma câmara interna para alojar um tampão na mesma, uma extremidade externa, 15 uma extremidade interna espaçada longitudinalmente a partir da extremidade externa, uma região de segurar_genericamente -adjacente * ~à‘ extremidade externa do cilindro, uma região de ponta genericamente adjacente à extremidade interna do cilindro, uma região central se estendendo longitudinalmente entre. a. região -de. 20 . segurar e‘a 'região de’ ponta, e uma -superfície externa. Um êmbolo se estende para dentro, do cilindro na; extríemidade- externa do mésmò — eémóvel em relação ao cilindro para expelir o tampão a partir do cilindro na extremidade interna do cilindro. A superfície externa do cilindro na região de segurar tem pelo menos um dentre uma cor 25 diferente e um coeficiente de fricção diferente do que a região central do cilindro.
Outros objetivos e características serão em parte evidentes e em parte indicados a seguir.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma vista em perspectiva de uma
modalidade de um aplicador de tampão com um êmbolo do aplicador
ilustrado em uma posição estendida em relação a um cilindro do
aplicador e com um ponta do cilindro aberta para ilustrar a
construção do cilindro;
. 35 A Figura 2 é uma seção transversal tomada no
plano da linha 2-2 da Figura 2;
4/16
A Figura 3 é uma seção transversal longitudinal tomada no plano da linha 3-3 da Figura 1;
Figura 4 é uma vista ampliada de um segmento longitudinal do aplicador da Figura 3;
A Figura 5 é uma seção transversal longitudinal similar à Figura 3 com a ponta do cilindro de aplicador ilustrada em sua configuração fechada;
Ά Figura 6 é uma vista em perspectiva de uma segunda modalidade de um aplicador de tampão, com um êmbolo do 10 aplicador ilustrado em uma posição estendida em relação a um cilindro do aplicador e com uma ponta do cilindro aberta para ilustrar a construção do cilindro; e
A Figura 7 é uma seção transversal longitudinal tomada no plano da linha 7-7 da Figura 6.
Caracteres de referência correspondentes indicam partes correspondentes ao longo dos desenhos.·
DESCRIÇÃO DETALHADA
Com referência agora aos desenhos e em particular à Figura» -.1,- —uma* ^modalidade de um .aplicador de tampao é ’20 genericamente designada pelo número, de referência 21. O aplicador 1.1.1.- de—tampão'Compreende um cilindro, indicado genericamente em 23, alojando um tampão 25 (Figura 5) e um êmbolo indicado genericamente em 27, móvel telescopicamente em relação ao cilindro para expelir o tampão a partir do cilindro. Nas várias modalidades 25 da invenção, o aplicador de tampão 21 é ilustrado e descrito com relação a um tampão vaginal 25, isto é, um tampão como um corpo fibroso dimensionado e moldado (tipicamente no formato cilíndrico) para inserção no canal vaginal de uma usuária do sexo feminino para absorver menstruação, sangue e outros fluidos corpóreos. E 30 entendido, entretanto, que o aplicador de tampão 21 pode ser utilizado com relação a outros tipos de tampões apropriados. O tampão 25 inclui uma corda de retirada 29 (Figura 5) fixada ao tampão genericamente adjacente a uma extremidade externa ou traseira 31 do mesmo para uso no puxão do tampão a partir do canal •35 vaginal. Os materiais e construção adequados de tampão 25 e corda de retirada 29 são conhecidos por aqueles versados na técnica e
5/16 não são adicionalmente descritos neste relatório exceto até o ponto necessário para expor a presente invenção.
O aplicador de tampão 21 tem um eixo geométrico longitudinal X, com o cilindro 23 e êmbolo 27 estando em relação 5 coaxial entre si nesse eixo geométrico. O êmbolo 27 é desse modo móvel telescopicamente ao longo do eixo geométrico longitudinal X a partir de uma posição estendida como ilustrado na Figura 1 para uma posição de distribuição (não mostrada) para expelir o tampão 25 a partir do cilindro 23 do aplicador 21. É entendido, 10 entretanto, que o êmbolo 27 não necessita ser coaxial com o cilindro 23 e ou o eixo geométrico longitudinal X do aplicador 21 para permanecer compreendido no escopo da presente invenção.
O cilindro 23 do aplicador de tampão 21 é adequadamente dimensionado e moldado para alojar o tampão 25 em 15 uma câmara interna 33 (Figura 3) do cilindro e para inserir o cilindro em uma cavidade do corpo, de _uma. .usuária,* como - o xanal vaginal de uma usuária mulher onde o tampão é um tampão vaginal. O cilindro 23 é genericamente alongado e também genericamente cilíndrico, tendo uma extremidade externa 35,_ uma, extremidade 20 “ interna' 37’. Q cilindro 23 também compreende amplamente uma região de segurar 41 adjacente p à extremidade—externa-do cilindro, uma região intermediária ou central 43 longitudinalmente adjacente à região de segurar e pelo menos em parte definindo a câmara interna 33 alojando o tampão 25, e uma região de ponta ou saída 45 25 longitudinalmente adjacente à região central em relação longitudinalmente espaçada com a região de segurar. Os termos extremidade interna e extremidade externa como utilizados neste relatório são referenciados em relação à orientação do aplicador de tampão 21 e seus vários componentes durante uso do mesmo, com o 30 cilindro 23 sendo inserido, a extremidade interna 37 primeiro, na cavidade do corpo (por exemplo, o canal vaginal).
Com referência específica às Figuras 3 e 4, a região de ponta 45 do cilindro 23 inclui uma pluralidade de extensões, ou o que é comumente mencionado como pétalas 51, 35 separadas por fendas longitudinais 53. Cada uma das pétalas 51 se estende longitudinalmente a partir de uma base 55 da pétala 51, onde a pétala é conectada a e é mais adequadamente formada
6/16 integralmente com o resto do cilindro 25, a uma extremidade livre ou ponta 57 da pétala. Mais adequadamente, a largura de cada pétala afila para dentro a partir de sua base 55 em direção a sua ponta 57. As pétalas 51 são adequadamente configuradas desse modo 5 para permitir que as pétalas sejam curvas para dentro durante fabricação do aplicador 21, como ilustrado na Figura 5, para fechar genericamente o cilindro 23 em sua extremidade interna 37 para encerrar substancialmente o tampão 25 na câmara interna 33 do cilindro durante embalagem e armazenagem (por exemplo, antes do 10 uso) . As fendas 53 permitem curvatura das pétalas 51 para sua configuração fechada durante fabricação, e para flexão ou curvatura transversalmente (por exemplo, radialmente na modalidade ilustrada) para fora mediante aplicação de força pelo tampão 25 guando o tampão é guiado para fora do cilindro 23 pelo êmbolo 27.
Em uma modalidade particularmente apropriada como ilustrado na Figura 4, as pétalas_ &51. . são- -individualmente
- ”dimensionadas em comprimento Lp, por exemplo, como medido a partir da base 55 da pétala até sua extensão mais distante longitudinalmente como a ponta 57 da Figura _4, t de. modo- que 'as .20 — -pétalas - ” sejam’ Γ mais - -prontamente flexionadas ou curvas transversalmente para - fora a partir de sua— -configuraçãó fechada para permitir expulsão mais fácil do tampão 25 a partir do cilindro 23 para reduzir as ocorrências e resistência das pétalas apertarem a usuária. Por exemplo, em uma modalidade o comprimento 25 Lp de cada pétala 51 está compreendido na faixa de cerca de 10 mm a cerca de 20 mm e é mais adequadamente cerca de 16 mm. Em outra modalidade, o cilindro aplicador 23 tem um diâmetro interno Dp nas bases 55 das pétalas 51, com o comprimento Lp das pétalas sendo pelo menos iguais ao, e mais adequadamente maiores do que o, 30 diâmetro interno do cilindro aplicador nas bases das pétalas. Por exemplo, em uma modalidade particularmente apropriada uma razão do comprimento de pétala Lp para o diâmetro interno Dp do cilindro 23 na base 55 das pétalas 51 está compreendido na faixa de cerca de 1,0 a cerca de 2,0, mais adequadamente na faixa de cerca de 1,0 a 35 cerca de 1,5, ainda mais adequadamente na faixa de cerca de 1,0 a cerca de 1,25, e mais adequadamente cerca de 1,1· Tal como outro exemplo, na modalidade ilustrada o cilindro 23 tem um diâmetro
7/16 — 2025 interno Dp de cerca de 14,5 mm nas bases 55 das pétalas, e urn comprimento de pétala de cerca de 15,8 mm, que provê uma razão de comprimento de pétala para diâmetro interno de cerca de 1,1.
Tal configuração permite que as pétalas 51 sejam curvas para dentro para sua configuração fechada mais próxima às pontas 57 das pétalas, como cerca de um terço longitudinalmente externo de cada pétala, ao contrário de serem curvas mais próximas a ou em suas bases 55. Isso provê uma sensação mais macia e mais flexível às pétalas 51 em sua configuração fechada e também facilita a formação de uma folga 59 (Figura 5) longitudinalmente entre uma extremidade interna 61 do tampão 25 e as pontas 57 das pétalas quando as pétalas estão em sua configuração fechada (na qual as pontas das pétalas definem amplamente a extremidade interna 37 do cilindro 23) . Por exemplo, em uma modalidade apropriada a folga 59 entre a extremidade interna 61 do tampão 25 e a extremidade . interna 37 do cilindro-está -na- fa-ixa de cerca de “ 0,1 mm a cerca de 1,5 mm, mais adequadamente cerca de 0,1 mm a cerca de 0,75 mm e ainda mais adequadamente cerca de 0,1 mm a cerca de 0,4 mm. As_porções _da^> pétalas 51 que. formam essa folga 59 são desse modo mais compressíveis e Iflexíveis (por exemplo, devido à falta de suporte ou rigidez que seria de outro modo fornecida pelo tampão 25 sem tal folga), desse modo aumentando a sensação macia e flexível da região de ponta 45 do cilindro 23. Entende-se, entretanto, que as pétalas 51 na região de ponta 45 do cilindro 23 podem ser dimensionadas diferentemente de como descrito acima, incluindo serem dimensionadas de modo que nenhuma folga 59 esteja presente, sem se afastar do escopo da presente invenção.
Em outra modalidade, para facilitar ainda mais uma sensação mais macia e flexível e aparência na região de ponta 45, as pétalas 51 são configuradas para ter uma rigidez inferior (isto é, resistência à flexão) do que a região central 43 do cilindro. Mais adequadamente, as pétalas 51 podem ser formadas para ter uma espessura que é menor do que a espessura do cilindro 23 na região central 43 para efetuar uma rigidez inferior. Por exemplo, as pétalas podem ter uma espessura na faixa de cerca de 0,2 mm a cerca de 0,8 mm enquanto na região central 43 o cilindro
8/16 pode ter uma espessura de cerca de 0,4 mm a cerca de 1,2 mm. A espessura reduzida das pétalas 51 permite que as pétalas sejam mais flexíveis e maleáveis para fornecer uma aparência e sensação flexível, macia. Entende-se, entretanto, que a espessura das pétalas 51 e/ou região central 43 do cilindro 23 pode ser diferente do exposto acima.
Com referência novamente às Figuras 2 e 3, o cilindro 23 tem um diâmetro interno (em termos amplos, uma dimensão em seção transversal interna na modalidade ilustrada) adjacente à extremidade externa 35 (por exemplo, em e/ou adjacente à região de segurar 41) do cilindro 23. Esse diâmetro interno é substancialmente menor do que ao longo da região central 43 do cilindro 23 (isto é, a porção que pelo menos em parte define a câmara interna 33 na qual o tampão 25 é alojado) . Esse segmento de diâmetro reduzido do cilindro 23 define amplamente um canal guia longitudinal 63 através do qual o êmbolo 27 estende-e-é-sustentado pelo cilindro em relação coaxial (ou pelo menos longitudinal) com o cilindro. Em particular, o canal de guia tem um diâmetro interno dimensionado..para encaixe de fricção deslizante .com_o_êmb.olo.._*
Em uma modalidade particularmente apropriada, o canal de guia 63 tem um comprimento Lg suficiente para reter de forma estável o êmbolo 27 coaxial com o cilindro 23, isto é, inibir inclinação do êmbolo em relação ao cilindro à medida que o êmbolo é empurrado para dentro da câmara interna 33 do cilindro para expelir o tampão. Por exemplo, o comprimento Lg do canal de guia 63 pode estar adequadamente na faixa de cerca de 5 mm a cerca de 25 mm, mais adequadamente na faixa de cerca de 12 mm a cerca de 22 mm, e ainda mais adequadamente cerca de 15 mm a cerca de 20 mm. Como outro exemplo, o canal de guia 63 do cilindro aplicador 23 ilustrado na Figura 3 tem cerca de 18,6 mm de comprimento. O comprimento Lg do canal de guia 63, como utilizado aqui, se refere à distância longitudinal entre os locais longitudinalmente mais interno e mais externo nos quais o diâmetro interno do cilindro 23 é dimensionado para um encaixe justo (por exemplo, relativamente apertado) e mais adequadamente contato de fricção deslizante com o êmbolo 27. Desse modo, será entendido que o diâmetro interno do cilindro 23 pode ser substancialmente constante ao longo do
9/16
-— 10 comprimento Lg do canal de guia 63, como ilustrado na Figura 3, ou o diâmetro interno pode ser dimensionado aproximadamente igual a um diâmetro externo do êmbolo 27 pelo menos em dois locais longitudinalmente espaçados, com o espaçamento longitudinal definindo o comprimento do canal de guia.
Em outra modalidade, uma razão do comprimento Lg do canal de guia 63 para o diâmetro interno do segmento de cilindro 23 que define o canal de guia está adequadamente na faixa de cerca de 1 a cerca de 5, mais adequadamente cerca de 2 a cerca de 4 e ainda mais adequadamente cerca de 3 a cerca de 3,5. Entende-se, entretanto, que o diâmetro interno do cilindro 23 no canal de guia 63, e/ou comprimento de canal de guia Lg, pode ser diferente de como exposto acima sem se afastar do escopo da presente invenção.
O êmbolo 27 é alongado e na modalidade ilustrada é ,adequadamente—oco (Figuras 3 e 5)—de modo—que a corda- de retirada 29 fixada ao tampão 25 pode se estender para fora através de uma extremidade externa 65 do êmbolo. Entende-se, entretanto que o__êmbolo 27„ _nâo necessita ser oco,_ e que a_corda de retirada 29 pode se estender diferente de através do êmbolo sem se afastar —do escopo—da presente—invenção.—Um —comprimento 'substancial do êmbolo 27, estendendo até a extremidade eterna 65 do mesmo, é acessível no exterior do cilindro 23 na posição estendida do êmbolo para ação de segurar pela usuária para mover o êmbolo em relação ao cilindro. O êmbolo tendo um diâmetro externo aumentado adjacente a sua extremidade externa 65, como na forma de um flange, anel, no formato de sino como na modalidade ilustrada ou outro formato apropriado para facilitar a ação de segurar o êmbolo e atuar como um batente para iniciar a extremidade externa do êmbolo de entrar no cilindro 23.
De acordo com uma modalidade, o cilindro 23 é construído de tal modo que a superfície externa do cilindro pelo menos na região central 4 3 do mesmo, e mais adequadamente tanto na região central como na região de ponta 45 do cilindro, tenha um coeficiente de fricção relativamente baixo para facilitar inserção confortável do cilindro no canal vaginal e remoção a partir daí. O cilindro 23 é adicionalmente construído de tal modo que a
10/16 superfície externa do cilindro em sua região de segurar 41 tenha um coeficiente de fricção que é substancialmente maior do que o coeficiente de fricção na região central 43 e região de ponta 45 do cilindro para facilitar a ação de segurar o cilindro enquanto 5 ainda fornece um ajuste confortável entre a superfície externa do cilindro e o canal vaginal. Ainda mais adequadamente, o cilindro 23 é construído para ter uma sensação e aparência relativamente macias enquanto também fornece o diferencial de coeficiente de fricção entre a região de segurar 41 e as regiões central e de '10 ponta 43, 45 do cilindro.
Dito em termos gerais, forças friccionais ocorrem entre quaisquer dois corpos de contato onde haja forças que tendem a deslizar um dos corpos em relação ao outro. As forças friccionais atuam paralelas às superfícies de contato e opostas às 15 forças tendendo a causar deslizamento entre os corpos. Ademais, as forças de fricção -são_proporcionais a forças-normais nos corpos e à tendência dos corpos de agarrar um ao outro.
Como utilizado aqui, o coeficiente de fricção é a razão da força de—Êrieção entre os corpos- para a força normal·— 20 entre os corpos. O coeficiente de fricção é diferente entre corpos em dêscanso e corpos movendo um em relação ãó outro. Ém geral, dois corpos que contatam um ao outro, porém não se movem um em relação ao outro, apresentarão maior resistência de fricção a movimento do que corpos que estão se movendo um em relação ao 25 outro. Consequentemente, um coeficiente de fricção estático (isto é, um coeficiente de fricção entre corpos que não estão se movendo um em relação ao outro) pode, porém não precisa necessariamente ser de certo modo maior do que um coeficiente de fricção dinâmico (isto é, um coeficiente de fricção entre corpos que estão se 30 movendo em relação mútua). Coeficientes de fricção maiores correspondem a quantidades maiores de fricção entre corpos, enquanto coeficientes de fricção menores correspondem-a quantidades menores de fricção. Como utilizado adicionalmente aqui, o termo coeficiente de fricção se refere a pelo menosum dentre um coeficiente de fricção estático e um coeficientede fricção dinâmico. Em modalidades particularmente apropriadas, o diferencial de coeficiente de fricção descrito anteriormente está
11/16 presente para coeficientes de fricção tanto estático como dinâmico.
Como exemplo, o cilindro 23 de acordo com uma modalidade pode ser adequadamente construído de pelo menos dois 5 materiais que diferem pelo menos em uma característica. Mais adequadamente, em uma modalidade o cilindro é construído de um primeiro material que compreende a região de ponta 45, região central 43 e uma porção subjacente da região de segurar 41, e um segundo material que compreende a porção sobrejacente da região de 10 segurar. Por exemplo, o cilindro 23 pode ser construído ao longo de seu comprimento total (isto é, na região de ponta 45, região central 43 e região de segurar 41) de uma primeira camada ou camada de núcleo polimérico 81 compreendendo uma poliolefina como, sem limitação, polipropileno, polietileno, polietileno de baixa 15 densidade, polietileno de alta densidade, polietileno de baixa densidade linear, polietileno de densidade quase baixa, tereftalato de polietileno PET, náilon, poliestireno, cloreto de polivinila, metacrilato de polimetila, elastômero de poliolefina, copolímeros de alfa-olefinas, e combinações dos mesmos. Mais 20 adequadamente a primeira camada ou camada de núcleo 81 do cilindro 23 é formada dé um pol“iêti“leno dê baixa densidade õü uma mistura polimérica que inclui polietileno de baixa densidade, como uma combinação de polietileno de baixa densidade e pelo menos um entre polietileno de baixa densidade linear ou um polietileno de alta 25 densidade.
Um ou mais aditivos podem ser adicionados à primeira camada polimérica 81 do cilindro 23 (antes da moldagem) para aumentar a característica de deslizamento (por exemplo, fornecer um baixo coeficiente de fricção) da superfície externa do 30 cilindro pelo menos na região central 43 do cilindro e mais adequadamente na região central e região de ponta 45 do cilindro. Por exemplo, tais aditivos adequados incluem sem limitação erucamida, demeticone, oleamida, amida de ácido graxo e combinações dos mesmos. Entende-se que outros aditivos podem ser 35 utilizados para fornecer características aumentadas de deslizamento à superfície externa do cilindro 23 sem se afastar do escopo da presente invenção. Em outras modalidades o cilindro 23
12/16 pode em vez disso, ou adicionalmente, ser revestido com um agente de deslizamento ou de redução de fricção como, sem limitação, cera, polietileno, silicone, celofane, argila e combinações dos mesmos. Ainda em outras modalidades apropriadas o cilindro 23 pode compreender uma mistura de polímero fundida em conjunto e coextrusada para fornecer um baixo coeficiente de fricção.
Na modalidade ilustrada, o cilindro 23 é adicionalmente construído de modo que a superfície externa do cilindro na região de ponta 45 tenha um coeficiente de fricção mais baixo do que na região central 43 do cilindro para facilitar inserção mais fácil do cilindro, extremidade interna primeiro, no canal vaginal. Isso é particularmente útil em dias em que a menstruação é relativamente leve. Por exemplo, a superfície externa do cilindro 23 na região de ponta 45 pode ser configurada para ter uma aspereza de superfície substancialmente mais baixa do — que na região central— 4 3 do cilindro” e mais adequadamente a região de ponta pode ser substancialmente lisa ou polida para reduzir o coeficiente de fricção da região de ponta em relação ..àquele da região-cer.tral. Como exerplo-específicor a aspereza de superfície (que provê uma percepção tátil ao usuário) da região -central ~43 do~cílindro “pode ter-uma'aspereza superficial menor do que ou igual a cerca de 36 e é mais adequadamente cerca de 27 de acordo com VDI Richtlinie [Standard] 3400. VDI Richtlinie 3400 tem o título alemão: Electroerosive bearbeitung. Begriffe, Verfahren, Anwendung [Electrical Discharge Machining. Definitions, Process, Application], publicado pela Verein Deutscher Ingenieure [Association of German Engineers], em Junho de 1975.
Em outra modalidade, a primeira camada ou camada de núcleo 81 é construída de pelo menos dois materiais diferentes, porém genericamente compatíveis (por exemplo, de modo que o cilindro 23 seja compreendido de pelo menos três materiais incluindo o material do qual a região de segurar 41 é construída). Em tal modalidade específica, a região central 43 e a região de ponta 45 do cilindro 23 são de materiais diferentes. O material do qual a região central 43 é formado pode também formar uma camada subjacente da região de segurar 41 e um terceiro material forma uma camada sobrejacente ou externa da região de segurar. Como
13/16 exemplo, um processo apropriado para fazer a primeira camada ou camada de núcleo 81 de pelo menos dois materiais diferentes como descrito acima é mencionado como um processo de coinjeção e mais particularmente um processo de coinjeção sequencial. Tais processos de injeção são conhecidos por aqueles versados na técnica para moldar juntas duas corridas de polímeros compatíveis.
Em um processo de coinjeção sequencial, o material injetado primeiramente (por exemplo, o material do qual a região de ponta 45 é formada) flui para a parede próxima à entrada — 10 do molde, e o segundo material (por exemplo, o material do qual a região central 43 - e porção subjacente da região de segurar 41 é formada) então entra no molde e continua a fluir no centro do canal e mover para a parede mais para baixo da parte. Desse modo a extremidade distante da parte, por exemplo, a região de ponta 45, pode ser compreendida exclusivamente do primeiro material, enquanto a porção do cilindro 23 que=forma“a região de-segurar 41 e região central 43 conterá o segundo material mais rígido. Para obter espessura de camada de revestimento estável e uniforme, _ prefere-se que o .primeiro material -tenha- uma -viscosidade — mais baixa do que o segundo material. Ter uma razão de viscosidade mais — baixa para cr primeiro material em comparação com o segundo material ajudará também o primeiro material a ser acondicionado na região da ponta 45.
Um beneficio de utilizar coinjeção sequencial é 25 que provê mais controle sobre a composição da parte. As quantidades relativas de polímero macio (para a região de ponta 45) e polímero mais rígido (para a região central 43) podem ser variadas para controlar o equilíbrio de flexibilidade/rigidez da parte. Por exemplo, uma fração maior de polímero rígido pode ser 30 utilizada para aumentar a rigidez geral da parte em comparação com processos de injeção de duas cargas ou múltiplas cargas, nos quais as quantidades de cada região são fixadas pelas dimensões de molde, ou em comparação com processos de injeção única onde a parte inteira é a mesma composição. Coinjeção sequencial também 35 provê uma transição contínua entre regiões, porque não há interface entre materiais na superfície da parte.
14/16
Em outras modalidades, a região de ponta 45 do cilindro 23 pode em vez disso ou adicionalmente ser revestido com um agente de redução de fricção de modo que a superfície externa do cilindro na região de ponta tenha um coeficiente de fricção 5 mais baixo do que aquele da região central do cilindro. A provisão de um diferencial de aspereza de superfície entre a região de ponta 4 5 e a região central 4 3 também serve como um indicador visual do coeficiente de fricção reduzido na região de ponta.
A região de segurar 41 é adequadamente construída de uma segunda camada ou camada de revestimento 83 aplicada sobre a primeira camada ou camada de núcleo 81 ao longo de um segmento longitudinal do cilindro 23 genericamente na região de segurar do mesmo. Em uma modalidade particularmente adequada, a segunda camada ou camada de revestimento 83 que forma a região de segurar
41 pode compreender um elastômero termoplástico (TPE) para fornecer a região de^segurar -de- uma -sensação relativamênte de borracha macia que tem um coeficiente de fricção mais elevado do que a primeira camada ou camada de núcleo 81 que define a superfície externa pelq_ menos da região.central -4 3— do-cilindro 23.
-20- Entende-Se, entretanto, que outros materiais apropriados podem ser utilizados como a -segunda camada ou camada derevestimento 8 3 para fornecer um coeficiente de fricção mais elevado à região de segurar 41 sem se afastar do escopo da presente invenção.
Em outras modalidades, a região central 43 e a 25 região de segurar 41 podem ser também de cores diferentes, que como utilizado aqui inclui matizes diferentes bem como tons diferentes da mesma cor desde que as cores diferentes sejam visualmente perceptíveis por um adulto humano tendo visão 20/20. Tal mudança de cor provê uma indicação visual ao usuário de uma 30 diferença característica entre a região central 43 e a região de ponta 45.
Na modalidade ilustrada da Figura 1, um indicador visual, indicado genericamente em 91, é fornecido na região de segurar 41 para facilitar identificação pelo usuário do local de 35 região de segurar. O indicador visual 91 na Figura 1, por exemplo, compreende um padrão de flor formado na região de segurar 43 para identificar a região de segurar. Mais particularmente, um conjunto
15/16 subjacente de pétalas de flor é formado como parte da primeira camada ou camada de núcleo 81 do cilindro 23 durante moldagem. A segunda camada ou camada de pele 83 do cilindro 23 na região de segurar 41 tem aberturas na mesma correspondendo a e alinhadas com 5 as pétalas de flor moldadas de modo que as pétalas de flor sejam visualmente perceptíveis através da segunda camada ou camada de revestimento do cilindro. Mais adequadamente, as pétalas de flor
são de cor diferente (como por ser da mesma cor que a região
central 43 do cilindro 23) do que a segunda camada ou camada de
10 revestimento 83 que define a região de segurar 41.
Entende-se que o indicador visual 93 pode ser
formado diferente de integralmente com o cilindro 23 durante moldagem inicial do cilindro, como por impressão do indicador visual no cilindro na região de segurar (por exemplo, uma mensagem 15 textual ou uma imagem apropriada) sem se afastar do escopo da presente invenção^ Entende-se_ também -que - um -indicador _ visual 91 (diferente do material e/ou cor diferente da segunda camada ou camada de revestimento 83) pode ser omitido da região de segurar 41. . ~ ~ ‘ ~ ~ ~ \ ' - - - ~ - O êmbolo aplicador 27 é, em uma modalidade
- particularmente apropriada, construído do mesmo material (por exemplo, polímero ou mistura de polímero) como pelo menos a primeira camada 81 (Figura 2, por exemplo, a região central 43 e/ou região de ponta 45) do cilindro para fornecer um coeficiente 25 de fricção relativamente baixo para êmbolo para deslizar no canal de guia 63. Embora não mostrado nos desenhos, considera-se que o êmbolo 27 pode ser formado também por um processo de coinjeção similar àquele utilizado para formar o cilindro 23 de modo que uma segunda camada ou camada de revestimento seja aplicada ao êmbolo, 30 como em ou adjacente à extremidade externa 65 do êmbolo para facilitar agarramento aumentado do êmbolo durante uso. Também se considera que a extremidade do êmbolo 27 pode ser construída para ter uma superfície externa relativamente lisa ou polida e como tal ter uma aspereza superficial e/ou aparência visual diferente do 35 que o resto do êmbolo como ilustrado na Figura 1.
As Figuras 6 e 7 ilustram um cilindro 123 de uma segunda modalidade de um aplicador de tampão 121. Nessa segunda
16/16 modalidade, a região central 143 e região de ponta 145 do cilindro são substancialmente iguais àquela da modalidade das Figuras 1-5. Na região de segurar 141 do cilindro 123 dessa segunda modalidade a segunda camada ou camada de revestimento 183 tem a forma de um 5 padrão de flor em relevo 185 (ou outro padrão apropriado) e/ou como um anel ou colar 187 adjacente à extremidade externa 135 do cilindro. Um padrão correspondente é rebaixado na superfície externa da primeira camada ou camada de núcleo 181 durante moldagem e a segunda camada ou camada de revestimento padronizado 10 183 é aplicada à primeira camada ou camada de núcleo para assentar genericamente no padrão rebaixado e estender transversalmente para fora da primeira camada para fornecer uma camada de coeficiente de fricção mais elevado na região de segurar 141. Desse modo, a segunda camada ou camada de revestimento 183 na forma de um padrão 15 de flor também atua como um indicador visual do local de região de segurar 141. _ Entende~.se = que =a- -segunda -camada- ou camada de revestimento 183 pode ser qualquer padrão apropriado diferente de um padrão de flor, ou outra superfície em relevo apropriado, sem se afastar do escopo da= presente, invenção. - * ‘ 7 - 20~ . - - - — - - Tendo descrito a invenção em _detalhe, será —
----evidente que modificações e variações são possíveis sem se afastar do escopo da invenção definido nas reivindicações apensas.
Ao introduzir elementos da presente invenção ou a(s) modalidade(s) preferida(s) da mesma, os artigos um, uma, 25 o, a e referido pretendem significar que há um ou mais dos elementos. Os termos compreendendo, incluindo e tendo pretendem ser inclusivos e significar que pode haver elementos adicionais diferentes dos elementos listados.
Como várias alterações podem ser realizadas nos produtos acima sem se afastar do escopo da invenção, pretende-se que todo assunto contido na descrição acima e mostrado nos desenhos em anexo seja interpretado como ilustrativo e não em um sentido limitador.

Claims (13)

REIVINDICAÇÕES
1. Aplicador de tampão (21), caracterizado pelo fato de que compreende:
um cilindro alongado (23) tendo uma câmara interna (33) para alojar um tampão (25) na mesma, uma extremidade externa (35) e uma extremidade interna (37) espaçada longitudinalmente da extremidade externa (35); e um êmbolo (27) que se estende para dentro do cilindro (23) na extremidade externa (35) do mesmo e móvel em relação ao cilindro (23) para expelir o tampão (25) a partir do cilindro (23) na extremidade interna (37) do cilindro (23);
o cilindro (23) tendo pelo menos duas pétalas (51), cada uma tendo uma base (55) e se estendendo longitudinalmente do cilindro (23) até uma ponta (57) da pétala (51), em que as pontas de pétala (57) definem a extremidade interna longitudinal (37) do cilindro (23), as pétalas (51) sendo configuráveis em relação mútua e ao cilindro (23) a partir de uma configuração fechada na qual as pétalas (51) genericamente fecham a extremidade interna (37) do cilindro (23) e uma posição aberta na qual as pétalas (51) são movidas genericamente transversalmente para fora para formar uma abertura de saída na extremidade interna (37) do cilindro (23) mediante movimento do êmbolo (27) para expelir o tampão (25) a partir do cilindro (23) na extremidade interna (37), cada pétala (51) tendo um comprimento a partir de sua base (55) até sua ponta (57), o cilindro (23) tendo uma dimensão em seção transversal nas bases (55) das pétalas (51), uma razão do comprimento da pétala (51) para a dimensão em seção transversal do cilindro (23) nas bases (55) das pétalas (51) estando na faixa de cerca de 1,0 a cerca de 2,0.
2 / 6 dimensão em seção transversal do cilindro (23) nas bases (55) das pétalas (51) está na faixa de cerca de 1,0 a cerca de 1,5.
2. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a razão do comprimento da pétala (51) para a
Petição 870190062107, de 03/07/2019, pág. 18/23
3 / 6 compreeende:
um cilindro alongado (23) tendo uma câmara interna (33) para alojar um tampão (25) na mesma, uma extremidade externa (35) e uma extremidade interna (37) espaçada longitudinalmente a partir da extremidade externa (35); e um êmbolo (27) que se estende para dentro do cilindro (23) na extremidade externa (35) do mesmo e móvel em relação ao cilindro (23) para expelir o tampão (25) a partir do cilindro (23) na extremidade interna (37) do cilindro (23);
o cilindro (23) tendo um canal de guia (63) se estendendo longitudinalmente no mesmo adjacente à extremidade externa (35) do cilindro (23), o êmbolo (27) se estendendo através do canal de guia (63) para dentro da câmara interna (33) do cilindro (23), o canal de guia (63) tendo uma dimensão em seção transversal dimensionada para um encaixe de fricção deslizante com o êmbolo (27), o canal de guia (63) tendo ainda um comprimento, uma razão do comprimento do canal de guia (63) para a dimensão em seção transversal do mesmo estando na faixa de cerca de 1 a cerca de 5.
3. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a razão do comprimento da pétala (51) para a dimensão em seção transversal do cilindro (23) nas bases (55) das pétalas (51) está na faixa de cerca de 1,0 a cerca de 1,25.
4 / 6 (41) e pelo menos em parte definindo a câmara interna (33) para alojar o tampão (25) no cilindro (23), e uma superfície externa, a superfície externa do cilindro (23) na região de segurar (41) do cilindro (23) sendo diferente da superfície externa do cilindro (23) na região central (43) do mesmo em pelo menos um dentre cor, material de construção e coeficiente de fricção.
4. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a combinação com um tampão (25) alojado na câmara interna (33) do cilindro aplicador (23), o tampão (25) se estendendo longitudinalmente na câmara interna (33) e tendo uma extremidade interna (37) em relação oposta à extremidade interna (37) do cilindro (23) na configuração fechada das pétalas (51) e espaçada longitudinalmente a partir da extremidade interna (37) do cilindro (23) a uma distância na faixa de cerca de 0,1 mm a cerca de 1,5 mm.
5 / 6 expelir o tampão (25) a partir do cilindro (23) na extremidade interna (37) do cilindro (23);
a superfície externa do cilindro (23) na região de segurar (41) tendo pelo menos um dentre uma cor diferente e um coeficiente de fricção diferente do que a região central (43) do cilindro (23), a superfície externa do cilindro (23) na região central tendo uma aspereza superficial menor do que ou igual a cerca de 36 de acordo com VDI Richtlinie [Standard] 3400.
14. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação
13, caracterizado pelo fato de que a superfície externa do cilindro (23) na região de segurar (41) apresenta um coeficiente de fricção substancialmente maior do que o coeficiente de fricção da superfície externa do cilindro (23) na região central (43) do mesmo.
15. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que a região de segurar (41) do cilindro (23) é construída, pelo menos em parte, de um material diferente do que a região central (43) do cilindro (23).
16. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação
13, caracterizado pelo fato de que a superfície externa do cilindro na região de segurar apresenta pelo menos um dentre uma cor diferente e um coeficiente de fricção diferente do que a região de ponta do cilindro.
17. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que o coeficiente de fricção da superfície externa do cilindro (23) na região de segurar (41) é substancialmente maior do que o coeficiente de fricção da superfície externa do cilindro (23) na região de ponta (45) do mesmo.
18. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o cilindro (23) na região de ponta (45) do mesmo é diferente do cilindro (23) na região central (43) do mesmo em aparência visual e pelo menos um dentre percepção tátil, coeficiente de
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5. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o cilindro (23) apresenta uma região de ponta (45) definida pelo menos em parte pelas pétalas (51) e uma região central (43) longitudinalmente adjacente à região de ponta (45) e pelo menos em parte definindo a câmara interna (33) do cilindro (23), o cilindro (23) tendo uma superfície externa, a superfície externa do cilindro (23) na região de ponta (45) do cilindro (23) sendo diferente da superfície externa do cilindro (23) na região central (43) do mesmo visualmente e sendo ainda diferente da superfície externa do cilindro (23) pelo menos em um dentre percepção tátil e coeficiente de fricção.
6 / 6 fricção de superfície externa e rigidez.
19. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação
18, caracterizado pelo fato de que o coeficiente de fricção da superfície externa de cilindro (23) na região de ponta (45) é menor do que o coeficiente 5 de fricção da superfície externa de cilindro (23) na região central (43).
20. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação
6. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que um coeficiente de fricção da superfície externa de cilindro (23) na região de ponta (45) é menor do que um coeficiente de fricção da superfície externa de cilindro (23) na região central (43).
7. Aplicador de tampão (21), caracterizado pelo fato de que
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8. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a razão do comprimento do canal de guia (63) para a dimensão em seção transversal do mesmo está na faixa de cerca de 2 a cerca de 4.
9. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o comprimento de canal de guia (63) está na faixa de cerca de 3 a cerca de 3,5.
10, caracterizado pelo fato de que a superfície externa de cilindro (23) na região de segurar (41) do cilindro (23) apresenta um coeficiente de fricção que é substancialmente maior do que a superfície externa do cilindro (23) na região central (43) do cilindro (23).
10. Aplicador de tampão (21), de acordo com, a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o cilindro aplicador (23) apresenta uma região de segurar (41) pelo menos em parte correspondendo ao canal de guia (63), uma região central (43) longitudinalmente adjacente à região de segurar
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11. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação
12. Aplicador de tampão (21), de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que o cilindro de aplicador (23) apresenta ainda uma região de ponta (45) longitudinalmente espaçada a partir da região de segurar (41) pela região central (43) do cilindro (23), a superfície externa do cilindro (23) na região de segurar (41) do cilindro (23) sendo diferente da superfície externa do cilindro (23) na região de ponta (45) do mesmo em pelo menos um dentre cor, material de construção e coeficiente de fricção.
13. Aplicador de tampão (21), caracterizado pelo fato de que compreende:
um cilindro alongado (23) tendo uma câmara interna (33) para alojar um tampão (25) na mesma, uma extremidade externa (35), uma extremidade interna (37) espaçada longitudinalmente da extremidade externa (35), uma região de segurar (41) genericamente adjacente à extremidade externa (35) do cilindro (23), uma região de ponta (45) genericamente adjacente à extremidade interna (37) do cilindro (23), uma região central (43) se estendendo longitudinalmente entre a região de segurar (41) e a região de ponta (45), e uma superfície externa; e um êmbolo (27) se estendendo para dentro do cilindro (23) na extremidade externa (35) do mesmo e móvel em relação ao cilindro (23) para
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13, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente um indicador de segurar na região de segurar (41) configurado para fornecer uma indicação visual para a usuária da localização da região de segurar (41).
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